terça-feira, 4 de janeiro de 2011

[日記 ~ Nikki] Mais um gato na família!

Desde que chegou ele não desgruda do prato de ração

Definitivamente ele tem um “ímã” para gatos abandonados. E eu tenho um coração mole. Já tínhamos quatro gatos: três siameses (Jimmy, Shaka e Hana) que já eram meus quando ele se mudou para cá e mais um (Sephiroth) que pegamos da rua em maio do ano passado. Agora veio o quinto: um laranjinha.

Só quem cuida (verdadeiramente) de gatos, sabe o quanto os filhotes podem dar trabalho. Precisam de atenção e carinho. Isso sem mencionar outros aspectos, como alimentação, higiene, brincadeiras e outros cuidados que devemos ter (como olhar para o chão quase que o tempo todo quando se caminha pela casa, para evitar pisar neles já que eles têm mania de nos seguir). Realmente dão trabalho, mas nada justifica o abandono de um filhote à própria sorte.  Eu acho cruel quem tem coragem de largar qualquer filhote na rua. Me dá raiva de pessoas que fazem isso.

Quando saía do trabalho nesta tarde, nos deparamos com um gatinho laranja largado no portão interno aos pés do vigia (que já tinha pegado o bichinho da calçada para evitar alguma atrocidade ou acidente). Bem, quando o vi lembrei-me do trabalho que tivemos com o anterior (que estava bem maltratado e doente) e hesitei. Ao mesmo tempo, não queria deixá-lo lá. Então, pegamos e trouxemos.

Ele estava bem calminho, mas era por causa da fome mesmo. Depois de alimentado, o laranjinha virou um capetinha. É super cheio de energia! E o melhor de tudo é que o único trabalho que vamos ter com ele é de dar atenção. Ele é muito carente, mas é super saudável. Os outros gatos o estranharam e nem querem aproximação. Normal, com o outro foi assim também. Logo, logo, estarão brincando todos juntos. 

Ele até já escolheu o nome dele: é Chatran, por causa de um filme com esse mesmo nome que ele viu na infância, cujo gato protagonista é amarelinho e danado que nem este. Esse não é o primeiro Chatran na vida dele. Ele já teve mais dois durante a infância. Agora é esperar que o laranjinha se adapte aos seus novos pais, novos irmãos e à sua nova casa.

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